Efeitos secundários da pílula do dia seguinte

Efeitos secundários da pílula do dia seguinte

A pílula do dia seguinte suscita inumeráveis dúvidas e perguntas entre elas, os possívei efeitos secundários.

E é que pode ter efeitos secundários, mas tranquila, nenhum de gravidade, senão, pequenos incómodos. Ainda que é preciso termos em conta que se se tomar com frequência e sem controlo médico pode provocar problemas de saúde.

Nalgumas mulheres pode provocar náuseas e vómitos, enjoos, dores de cabeça e abdominais e sensibilidade nas mamas. E normalmente atrasa ou adianta o começo da seguinte menstruação.

Por isso, se precisas ingestãor a pílula do dia seguinte não deverias preocupar-te em excesao por estes possíveis efeitos secundários.

Se ao ingestãor a pílula do dia seguinte vomitas dentro das três horas seguintes à ingestão de qualquer dos dois comprimidos, deves tomar outro imediatamente.

Este fármaco que evita a gravidez após uma relação sexual sem protecçao também não tem contra-indicações, ainda que não se costuma aconselhar nas mulheres que não podem tomar contraceptivos orais, que é o caso das mulheres com casos graves de hipertensão, problemas vasculares e outras doenças que são incompatíveis com estes produtos.

Também na hora de tomar a pílula do dia seguinte, é preciso ter em conta que es é uma solução de emergência e, portanto, não se deve tomar com frequência, por isso não se deve usar como método contraceptivo, senão como um sistema de emergência, quando outros falham, por exemplo que se rompa o preservativo, ou em casos de violação.

Quando se toma a pílula do dia seguinte, desordena-se o comportamento natural dos ovários de forma temporal e no ciclo seguinte é ajustado novamente. Porém se a tomares de forma habitual, é possível outras hormonas diferentes às da ovulação se alterarem e aconteça, por exemplo, ausência de periodo menstrual, crescimento inadequado do endometrio ou compromisso do sistema ósseo.

Após tomar a pílula do dia seguinte, o próximo ciclo menstrual pode começar mais cedo ou mais tarde do esperado (isto é a menstruação pode atrasar-se ou adiantar-se) e o fluxo menstrual pode ser mais leve ou mais profuso do normal.

O habitual é começares a tua próxima menstruação dentro dos sete dias da data esperada. Se o sangramento menstrual não começa dentro das três semanas depois de ter tomado um contraceptivo de emergência, existe a possibilidade de que tenhas ficado grávida, portanto deverias fazer um test de gravidez ou consultar com o médico.

E também pode provocar um primeiro sangramento aos poucos dias de tomar a pílula, e depois um posterior. As mudanças menstruais variam de acordo com o momento do ciclo em que se tomarem as pílulas.

Mas, que se passa se a tomares com frequência? Mais de uma vez no mês?

Segundo um recente estudo as mulheres que usem a pílula pós-coital mais de uma vez no mês têm um maior risco de sofrer acidentes cardiovasculares pelas altas doses de progesterona que contém este contraceptivo; por isso deve tomar-se apenas em caso de necesidade extrema e muito cada certo tempo. O seu consumo de forma frequente pode influir na coagulação, aumentando o risco de trombose venosa profunda e embolismo pulmonar, derrame cerebral e infarto de miocárdio.

Caso sofras doenças específicas como diabete, hipercolesteremia, obesidade ou se és fumadora, ou tens antecedentes de doenças cardiovasculares, tendência familiar a formar coágulos de sangue, estás em maior risco de sofrer estas complicações. Por isso, nestes casos, abusar deste tratamento de emergência seria ainda mais perigoso.

Otros efeitos secundários que se têm registado em ensaios clínicos abangem desde transtornos no aparato reprodutor e as mamas, até a aparição de trastornos gastrointestinais e gerais.

Também se sabe que aumenta o risco de gravidez ectópica en mulheres obesas, com patologias hepáticas, hipercolesterolemia, diabete o doenças cardiovasculares, que tenham tomado a pílula.

Um risco do que se fala pouco é que não evite a gravidez, pois a sua eficáia não é de 100%, apenas é de 85%, variando também segundo o tempo que tenha decorrido desde a relação de risco.

Para saber mais (faz clique):

Escrito por Colum

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