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	<title>Para Mulher &#187; casamento</title>
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	<description>Para mulher é um blog dedicado às mulheres e realizado por mulheres</description>
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		<title>Se não quiseres deprimir-te&#8230;não te cases!</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 06:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convivência]]></category>
		<category><![CDATA[Relações]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>

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		<description><![CDATA[O verão é a época em ue se celebram mais casamentos por estatística. O bom tempo, as férias e o bom humor fazem que os meses de Junio, Julho e Agosto sejam os meses propícios para celebrar um casamento. Tudo é perfeito até que chega o dia, apesar do stress, mas quando termina, depois das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="A depressão pós-casamento é cada vez mais habitual" src="/wp-content/uploads/crisis_pareja.jpg" border="0" alt="A depressão pós-casamento é cada vez mais habitual" width="400" height="277" /></p>
<p>O verão é a época em ue se celebram mais casamentos por estatística. O bom tempo, as férias e o bom humor fazem que os meses de Junio, Julho e Agosto sejam os meses propícios para celebrar um casamento.</p>
<p>Tudo é perfeito até que chega o dia, apesar do <em>stress</em>, mas quando termina,<strong> depois das toneladas de diversão e felicidade&#8230;que mais há?</strong></p>
<p>Pois nada; os convidados vão embora e os noivos ficam sós&#8230;e a sua vida não muda, segue a ser a mesma que antes do casamento&#8230;mas agora ele chama-se marido e ela faz-se chamar mulher&#8230;E<strong> é então quando chega a &#8220;depressão&#8221;.</strong></p>
<p><strong><span id="more-584"></span></strong>É uma patologia <strong>da desídia, do desânimo, um &#8220;não saber que fazer&#8221;</strong>. Na realidade, segundo Jesús de la  Gándara, chefe de Psiquiatria do “Complejo Asistencial de Burgos” (Espanha), &#8220;não é algo patológico, senão uma reacção emocional&#8221;.</p>
<p>O doutor reconhece que &#8220;<strong>se vê muito em consulta</strong>&#8220;, e cada vez mais e afirma que se deve a uma &#8220;falta de maturidade&#8221; já que o paciente que sofre este tipo de reacções &#8220;não assume esta vinculação com o casal&#8221;. Para além disso, o especialista acrescenta que &#8220;sabemos que existem pessoas que não têm capacidade para chegar a um verdadeiro grau de compromisso; porquê lhes ocorre é um mistério&#8221;.</p>
<blockquote><p>Pessoalmente agora entendo muitas coisas&#8230;e esse &#8220;medo ao compromisso&#8221; que achava que era um mito parece ser certo!</p></blockquote>
<p>Curiosamente, <strong>este desânimo pós-casamento</strong> acontece com maior frequência em aqueles casais que já <strong>passaram anos a conviver</strong> e a única mudança que afrontam é <strong>a assinatura de um papel que avaliza o seu novo estado civil.</strong></p>
<p>&#8220;<strong>É preciso pensar na decisão muito tempo antes e analisar se realmente o companheiro sentimental é a pessoa ideal</strong> para compartilhar a vida, por muito carinho que exista&#8221;, aconselha o doutor Gándara, quem considera que se não se tem muita certeza, o mais provável é que o casal dure pouco tempo casado&#8221;.</p>
<p>Os dados corroboram esta ideia. Segundo a informação sobre divórcios recopilada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) da Espanha, de 2006 a 2007 -últimas cifras disponíveis- <strong>as únicas separações que aumentaram ocorreram em aqueles casais que não passaram nem um ano casados</strong>, com um incremento de 15,9% respeito ao ano anterior. Enquanto os divórcios em todas as demais circunstâncias desceram, as rupturas no primeiro ano são uma tendência em aumento.</p>
<p>Escrito por <a href="http://www.demujer.es/author/nerea" target="_blank">Nerea</a></p>
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